segunda-feira, 29 de junho de 2015

NELSON GONÇALVES - (1983) O MELHOR DE NELSON GONÇALVES (VOL. 2)

A capa clássica do volume 2 d"O Melhor de Nelson Gonçalves" dá pistas definitivas do que representa a vida e a carreira daquele que foi, sem qualquer exagero, o maior dos cantores populares brasileiros de todos os tempos. Ninguém representa melhor a "popularidade" na música brasileira, com suas delícias e seus dramas.

Nelson Gonçalves é um dos principais nomes aniversariantes do mês de junho. Teria completado noventa e seis anos de idade, não fosse pelo fatal infarto daquele 18 de abril de 1998, com então setenta e oito. Fica mais que a saudade, imaginando também quantas maravilhas teria o cantor deixado neste período pós-morte.

Pra consolo dos que ficam, um pouco mais da obra do mito Nelson Gonçalves.


Faixas:

01 Naquela Mesa
02 Deusa Do Asfalto
03 Doidivana
04 Carlos Gardel
05 Ultimato
06 Vermelho 27
07 Êxtase
08 Deixa Que Ela Se Vá
09 Manias
10 Última Seresta
11 Enigma
12 Dolores Sierra
13 Três Apitos
14 Ciclone


NÚBIA LAFAYETTE - (1971) A VOZ QUENTE DE NÚBIA LAFAYETTE

O clássico disco de Núbia Lafayette, "A Voz Quente De Núbia Lafayette", de 1970, está entre os mais representativos registros da cantora, e hoje é tão raro que alguns colecionadores oferecem boas quantias para conquistar a relíquia  pro seu acervo. Já que o intuito do MÚSICA DAS ANTIGAS não é o de acumular nem acervo físico nem dinheiro, mas de divulgar os clássicos da legítima MPB, aí vai a pérola na íntegra, de graça.

O discão aqui também vem como celebração da passagem do falecimento da cantora, ocorrida no último dia 18 de junho. Núbia Lafayette faleceu no ano de 2007, por complicações de um AVC hemorrágico.

Com vocês, a grande dama da música popular brasileiraNúbia Lafayette.


Faixas:

01 Solidão
02 Prece À Lua
03 Nosso Amargor
04 Vida
05 Segredo
06 Gente Assim Como A Gente
07 Página Portuguesa
08 Devolvi
09 Não Jures Mais
10 Preciso Chorar
11 Ontem À Noite
12 Vila Sombria
13 Devoção
14 Seria Tão Diferente


NILTON CÉSAR - (1977) DISCO DE OURO

Mineiro de Ituiutaba, nascido filho de fazendeiros, em 1940, Nilton César se empenhou nos estudos para ser contador e assim administrar os negócios da família, mas, ao fixar residência para estudar no Rio de Janeiro (RJ) e depois em São Paulo (SP), mudou de ideia. Corria o ano de 1960, quando o cantor estava dando seus primeiros passos como calouro, apresentando-se em programas da TV no Rio, imitando o astro Orlando Dias. O desempenho do calouro despertou interesse dos telespectadores e dos produtores da tevê, que lhe premiavam constantemente com abajur, canetas, ferro elétrico, torradeira etc. Foram tantos que Nilton precisou alugar carros por diversas vezes para transportá-los até sua casa (no Rio).

Em São Paulo (SP), o futuro do cantor estava atrelado ao de outro grande ídolo na época, Moacyr Franco. Moacyr tinha uma tia casada com um tio de Nilton e uma carta que o rapaz trazia com recomendações do tio dirigidas a Moacyr Franco serviu-lhe como chave para entrar no mundo artístico. Por intermédio de Moacyr, Nilton conheceu o acordeonista Carlinhos Maffazzoli, que gostou do estilo do cantor e o apresentou ao diretor artístico da gravadora RGE. Contratado pelo maestro Pocho (Ruben Perez), Nilton César gravou dois discos de 78 rotações. Não foi um estouro fenomenal, mas repercutiu o bastante, despertando o interesse de Palmeira, diretor artístico da Continental Discos, que o convidou a ingressar na gravadora, com a guarânia “Choro Por Gostar de Alguém”. Com esta música, Nilton César conquistou o sucesso, partindo para o primeiro LP, que levava o nome do artista. O disco agradou ao público e principalmente a gravadora, levando Nilton aos estúdios para gravar mais um LP, intitulado de “Música e Amor”. O êxito foi total, a música “Casa Vazia” caiu no gosto popular, fazendo o nome do cantor ser conhecido no Brasil. O cantor estava por cima, alcançara a fama e seu objetivo. As oportunidades decorrentes do sucesso não paravam, Palmeira o convidou para gravar mais um LP ("Nilton César Com Alma e Coração"), disco decisivo na carreira do cantor. Do disco, faz parte a antológica “Professor Apaixonado”, música que levou o artista a se apresentar em todo o território nacional. "Professor Apaixonado" consta dentre as músicas mais tocadas do ano de 65 e, durante um bom tempo (talvez até hoje), o cantor ficou conhecido como "O Professor Apaixonado".

Em 1969, uma nova etapa na carreira do cantor, as rádios tocavam incessantemente a canção “Férias na Índia”. A música foi sucesso total. Vendeu mais de quinhentas mil cópias, dando-lhe discos de ouro e outros prêmios e projetando Nilton César de vez como intérprete romântico. Era comum para Nilton fazer aparições semanais na tevê, cantando suas músicas ou participando como celebridade. A boa imagem de galã arrebatava os corações das fãs, que cada vez mais cresciam em quantidade. Portanto, para o cantor, entrar na década de 70 com uma música estourada nas rádios e grudada no coração do povo era sinal de boa trajetória. E foi. O cantor, consagrado pelo sucesso da música "Férias na Índia", passou pela década de 70 desfilando com músicas que o Brasil cantava junto.

Em 1973, a música “Amor... Amor... Amor...”, do LP de mesmo nome, fez muitos casais de namorados se casarem, ao som de músicas como "Felicidade", "Topo Tudo", "Te Quero Neste Entardecer", "Esta É Primeira Vez", "Quem Ama Sabe", "Hoje Mais Que Ontem", "Muito Eu Chorei" e outras. Apesar de ainda não ter conhecido a Índia, o cantor é grato ao país pelo muito que conquistou, decorrente do estrondoso sucesso.

Atualmente, Nilton faz muitos shows no exterior, apresentando-se para brasileiros que moram em outros países. Quando a poeira da fama abaixou, Nilton construiu sua família e montou um negócio. É bem sucedido como empresário e, mesmo viajando muito, divide com os dois filhos a administração dos negócios. Nilton César, quando jovem, dedicou-se ao esporte, em especial ao basquete (ele tem 1,70m de altura) e o voleibol, modalidade pela qual defendeu seu antigo colégio.


(Fonte: Desmanipulador - revisada.)


Faixas:

01 A Namorada Que Sonhei
02 Meu Coração Que Te Amava Tanto (Aveva Un Cuore Che Ti Amava Tanto)
03 São Tantas Coisas
04 Lenita
05 Nunca Mais
06 Amor... Amor... Amor...
07 Espere Um Pouco... Um Pouquinho Mais (La Nave Del Olvido)
08 Férias Na Índia
09 Outra Vez
10 Muito Eu Chorei (O Sole Mio)
11 Felicidade / Fascinação
12 Tiritando
13 Canção Do Motorista
14 Menina Moça


ROBERTO BARREIROS - (1999) DOSE DUPLA (18 MÚSICAS DE SUCESSO)

Roberto Barreiros é um artista de múltiplos talentos que, infelizmente, não é reconhecido pela mídia e pelo público em geral. Uma das facetas de sua arte é a de cantor, iniciada em meados dos anos 1960, na efervescência da Jovem Guarda, quando fez muito sucesso com músicas como “Arquimedes Pitagórico”, “Vou Morrer de Rir”, “Pingue-Pongue”, “Querida” e  “Eu Gostava Muito de Você, Sabe?”, entre outras. Mesmo assim, sua discografia não está disponível na rede, e seu nome é ignorado até por sites especializados em Jovem Guarda. (...)

Roberto Barreiros iniciou a carreira artística como radialista em Ribeirão Preto (SP), sua terra natal, no interior paulista, ainda menor de idade. Foi locutor e diretor da antiga Rádio PRA-7, na qual fato curioso lhe aconteceu. Um dia, o saudoso cantor Vicente Celestino chegou na emissora e pediu para falar com o diretor. Roberto Barreiros se apresentou e Vicente Celestino reclamou: “Você está gozando com a minha cara, seu moleque”, e deu de ombros, irritado, sem acreditar que alguém tão jovem poderia ser o diretor da emissora. Lá, ainda nos anos 1950, atuou como radioator, ao lado de Maria Augusta Mattos (Guta), que viria a ser diretora do núcleo de telenovelas da Rede Globo, nas décadas de 60 e 70. Já em São Paulo (SP), entre um programa e outro de rádio, Roberto Barreiros fez muito sucesso na TV Record, no programa humorístico "Praça da Alegria", comandado pelo saudoso Manoel da Nóbrega, no qual fazia o papel de Teobaldo.

Com sua experiência no rádio e na TV, Roberto Barreiros foi convidado pela Screen Gems – distribuidora brasileira da Hanna-Barbera – a dublar em desenhos animados. Barreiros emprestou sua voz a inúmeras personagens. Uma delas é a ágil Tartaruga Touchê, famosa por sua frase “Viva Touchê”, que fez a alegria da criançada. Outra é “Babalu”, em Pepe Legal, falando com aquele peculiar sotaque castelhano "Vamos lá, Pepe Legal”. Na lista de personagens, ainda constam a voz do Catatau (o amigo inseparável de Zé Colmeia), do caçador Major Menor (em Leão da Montanha), do Sr. Twiddle (em Wally Gator), do vovô Jetson (em Os Jetsons) e Moscado (em Mosquito, Mosquete e Moscado), entre outras. Enfim, Roberto Barreiros é do tipo que faz tudo. É locutor, narrador, dublador, radioator, ator, humorista, compositor, cantor e outras coisas mais. Esteve trabalhando ultimamente nas madrugadas da Rádio Gazeta AM de São Paulo (SP), mas, com a mudança da programação, Roberto Barreiros atualmente se dedica mais à sua carreira de cantor, relembrando suas músicas de sucesso, além de covers sertanejos.


(Fonte: Sintonia Musikal - revisada.)


Faixas:

01 Rosto Molhado
02 Berrante De Ouro
03 Vitamina Pra Coroa
04 Estória De Um Prego
05 O Interiorano
06 O Carro E A Faculdade
07 Noite Chuvosa
08 Esqueça Tua Maria
09 Vidinha Danada
10 Homem Sem Rumo
11 Iracema
12 Fazenda Casa Grande
13 Tic Tac Toc
14 Rancho Vazio
15 Minha Cidade
16 Orgulho
17 Mineirinha
18 Dinheiro Não Traz Felicidade


CLÁUDIO FONTANA - (2000) SÉRIE BIS (JOVEM GUARDA)

Cláudio Fontana, nome artístico de João Sá, nasceu em São Luís (MA), em 14 de junho de 1945. Começou sua carreira artística em sua cidade natal, participando de programas infantis, nos quais ganhou alguns concursos de canto. Cláudio Fontana apresentou um programa de televisão pela TV Difusora - Canal 4, chamado "Bar de Melodias", em que dividia a apresentação com o locutor Leonor Filho e o grupo "Nonato e Seu Conjunto". Nessa oportunidade, cantava bossa nova e sucessos populares da época.

Em 31 de dezembro de 1965, o cantor partiu para o Rio de Janeiro (RJ) com o sonho de conquistar todo o Brasil, cantando e compondo. Lá, conheceu artistas importantes da época, como Carlos Imperial, Wilton Franco, Osmar Navarro, entre outros, para os quais apresentou seu trabalho. Mas foi o empresário Genival Melo quem, numa tarde de sábado de l967, no Programa " Festa do Bolinha", ao escutar duas músicas suas - "Não Posso Controlar Meu Pensamento" e "Doce de Coco" -, deu-lhe a primeira grande oportunidade, ao propor ao cantor Wanderley Cardoso, seu contratado na época, a gravação das faixas. Estas canções alcançariam os primeiros lugares nas paradas de sucesso daquele ano, tornando-se então os ponta-pés iniciais para a carreira artística de Cláudio Fontana e para as gravações que faria daí pra frente com muitos cantores.

Em 1968, Cláudio Fontana foi para São Paulo (SP), onde gravou seus dois primeiros discos pela gravadora Copacabana, mas, foi em 1970 que "estourou" em todo o Brasil, com uma música de autoria de Geraldo Nunes, intitulada "Adeus, Ingrata". Além de conseguir mais de mil cópias vendidas, o cantor ganhou também o troféu Chico Viola, da TV Record. Com o sucesso da musica, chegou ainda a participar algumas vezes do programa Jovem Guarda, de Roberto Carlos. A carreira de Cláudio Fontana acabava de "decolar" e Genival Melo, seu empresário, formava um novo trio de cantores populares de sucesso, viajando por todo o Brasil: entre os seus componentes, estavam Nelson Ned ("O Pequeno Gigante da Canção"), Antonio Marcos ("O Novo Preferido da Juventude") e o próprio Cláudio Fontana ("O Perigo Moreno da Juventude"). A consolidação do sucesso de Cláudio Fontana como cantor se deu, entretanto, quando este passou a fazer parte do quadro de maior sucesso do comunicador Sílvio Santos, então na TV Globo, "Os Galãs Cantam e Dançam aos Domingos", ao lado de outros cantores, como Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Wanderley Cardoso, Tony Angely, Ary Sanches, Djalma Lucio, Jerry Adriani, Arthurzinho, Paulo Henrique, entre outros. 

Nas décadas de 70 e 80, Cláudio Fontana fez muito sucesso como compositor, além de participar de diversos festivais nacionais e internacionais. Uma música, porém, intitulada "O Homem de Nazareth", gravada pelo cantor Antonio Marcos em 1973 e pela dupla Chitãozinho & Xororó em 1997, tornou-se o marco da sua carreira como autor. No total, mais de quarenta regravações por cantores diversos, até hoje, fizeram-no ultrapassar a casa de mais de cinco milhões de mídias vendidas desta música, entre CDs, LPs, compactos, fitas-cassete etc. A música foi também regravada em vários idiomas, como inglês, espanhol, alemão e italiano. Cláudio Fontana foi também líder do grupo infantil Chocolate, ao lado da esposa Malu e dos seus dois filhos, com o qual participou de vários programas de televisão da época, além de apresentar-se em palcos brasileiros e latino-americanos.

Cláudio Fontana também teve um programa especial de TV, que foi ao ar pela Rede Vida de Televisão, aos domingos, durantes cinco anos. O programa terminou em 2001, quando sua filha Marcele foi estudar música nos Estados Unidos. Atualmente, Cláudio Fontana reside em São Paulo (SP) e continua ativo, compondo para muitos cantores de sucesso e administrando uma editora musical.


(Fonte: Por Onde Canta - adaptada e revisada.)


Faixas:

CD 1

01 Adeus, Ingrata
02 Não Toco Mais Minha Guitarra
03 Eu Não Lhe Telefono Mais
04 A Carta
05 Clair (Clair)
06 Fim De Baile
07 Diga Tudo O Que Você Quiser
08 O Tempo Me Traiu (Listen To The Music)
09 Problemas
10 Aniversário Do Meu Bem
11 Quem Foi? (Who Was It?)
12 Recordações De Ypacaraí (Recuerdos De Ypacaraí)
13 São Luís, Ilha Do Amor
14 Os Passos Errados Da Minha Vida

CD 2

01 Menina De Trança
02 Meu Novo Amor
03 Tchau, Amore
04 Meu Bem (Hey, Girl)
05 Eu Penso Sempre Em Você
06 Baby, Meu Amorzinho
07 Você Me Iludiu
08 Parabéns, Parabéns, Querida
09 Meu Amor É Mais Jovem Do Que Eu
10 Cigana Bonita
11 Estou Amando Uma Garota De Cor
12 De Quem Será?
13 Apaixonado
14 Meus Ídolos


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